quinta-feira, 17 de outubro de 2024

Volume 94 da REVISTA DAS ACADEMIAS DE LETRAS (FALB)

 

É lançado o Volume 94 da REVISTA DAS ACADEMIAS DE LETRAS, órgão oficial de divulgação da Federação das Academias de Letras do Brasil - FALB

Situada entre a Glória e a Lapa, na região central do Rio de Janeiro, a Federação das Academias de Letras do Brasil, também conhecida pela sigla FALB, é a Casa das Academias, instituições culturais de nível superior, e, como tal, daqueles que as compõem.

A FALB publica seu órgão de divulgação oficial que é a Revista das Academias de Letras, - que começou a ser editada em dezembro de 1937, sob a direção de Silveira Neto – e que durante décadas teve assinalada sua posição entre as melhores revistas literárias do país. A publicação, que por décadas foi dirigida por Gilberto Mendonça Teles, havia parado no número 91, tendo somente os volumes 92 e 93 publicados graças ao empenho do atual presidente da entidade, o escritor e jornalista Thiago de Menezes, por primeiro paulista a dirigir a Federação em quase 90 anos de história.

Agora, no dia 24 de outubro de 2024 (quinta-feira), na sede própria da FALB será lançado, oficialmente, o Volume 94 da Revista das Academias de Letras, publicado à cargo da Editora IXTLAN, de São Paulo.

Entre outros ensaios e textos acadêmicos, o número 94 enfoca a trajetória de entidades como a Academia Brasileira de Trova, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, a Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras, a Academia Internacional de Letras, a Academia Santista de Letras (de Santos, SP), a Academia de Letras de São João da Boa Vista (SP), além da Academia Brasileira de Arte, fundada por Ataulfo de Paiva, imortal da ABL, em 1944. São reverenciados acadêmicos falecidos no último semestre (como Ziraldo) e delimitadas as atuações acadêmicas de algumas Academias de Letras estaduais federadas e ou fundadoras da própria FALB. Além de enaltecer os centenários de personalidades do universo literário como Marcelo de Ipanema, Dulce Salles Cunha Braga, Marita Vinelli Baptista de Sá Fortes Pinheiro, Anna Maria Martins e outros.


Marita Vinelli Baptista de Sá Fortes Pinheiro, que durante décadas se dedicou à Federação das Academias de Letras do Brasil como Diretora Cultural, tem seu centenário de nascimento celebrado nesse ano de 2024 e constante de reportagem especial no Volume 94 da REVISTA DAS ACADEMIAS DE LETRAS.


A referida publicação, tem em seu volume de número 94, texto de contra capa à cargo da escritora Maria Nazareth Doria, membro da Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil (SP) e orelhas assinadas pela escritora Meireluce Fernandes, presidente emérita do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e vice-presidente da Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil (DF). A obra, que ainda traz a recente incursão da acadêmica e editora Zélia Fernandes (presidente da ADABL e secretária da FALB) pelas Academias literárias da Paraíba, contém ilustrações pertinentes aos assuntos abordados, além de referências bibliográficas e notas de rodapé explicativas, para delimitar o leitor aos enfoques do universo acadêmico tradicional.

Fundada em 1º de julho de 1936 pelo Primeiro Congresso das Academias de Letras e Sociedades de Cultura Literária realizado no país, reunido no Rio de Janeiro, de 03 a 16 de maio de 1936, por iniciativa da Academia Carioca de Letras, no edifício do Syllogeu Brazileiro,  sob a presidência do Dr. Fernando Magalhães, da Academia Brasileira de Letras e que contou com a participação de todas as academias de letras estaduais existentes no país, a FALB é reconhecida como de Utilidade Pública por Decreto Federal sancionado pelo Presidente da República Getúlio Vargas em maio de 1937.

E a Lei Federal nº 2.554, de 3 de agosto de 1955, sancionada pelo Presidente da República Café Filho, destinou dependência no edifício construído pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no local do antigo Syllogeu Brazileiro, para sede própria da Federação das Academias, entre outras entidades culturais, como a própria Academia Carioca de Letras. A sede própria da FALB foi inaugurada em 1974. E por sua presidência passaram, ao longo de 88 anos, além de escritores e jornalistas, desembargadores, médicos e advogados, todos intimamente ligados à literatura.


(PRESS FALASP)

 

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Desvendada a história da Federação das Academias de Letras do Brasil


 

Escritor paulista chega a 50ª produção literária e desvenda a história da Federação das Academias de Letras do Brasil

 

O escritor e jornalista paulista Thiago de Menezes, lançará seu novo livro “A História da Federação das Academias de Letras do Brasil”, às 15h desta 5ª feira (27.jun.24), no Auditório ‘J.Pizzarro Drummond’ na sede da própria Federação das Academias de Letras do Brasil, a FALB, que fica no terceiro andar do edifício do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB, no Rio de Janeiro.

De acordo com informado, o escritor tem variadas publicações no mercado editorial brasileiro há alguns anos e com o novo lançamento, chega a 50ª produção literária. O novo livro tem 200 páginas fartamente ilustradas, que surgiram de uma série de pesquisas presenciais empreendidas pelo autor em locais como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Nacional (Antiga Casa da Moeda).

O livro, publicado pela Editora IXTLAN, tem prefácio da escritora Márcia Pessanha, presidente da Academia Fluminense de Letras, que em 2017 completou seu Centenário sendo contemplada com a Lei Estadual que reconhece a entidade como a Academia de Letras oficial do Estado do Rio de Janeiro. Na contracapa, um texto do escritor, jornalista, economista e acadêmico cearense Francisco Silva Nobre, também ex-presidente da FALB e que ajudou a fundar a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil e a Academia Cearense de Ciências, Letras e Artes do Rio de Janeiro, as quais ambas presidiu, tendo prestado, ainda, incontáveis participações efetivas em diretorias de arcádias como a ACLERJ, ANLA, APALA e o CEBLA, além da Academia Guanabarina de Letras e da Academia Brasileira de Jornalismo

Na ocasião, será prestada uma homenagem póstuma ao acadêmico Modesto de Abreu, fundador de Academias de Letras, e comemorado os 88 anos da FALB. “As dificuldades que a Federação das Academias de Letras do Brasil tem encontrado para cumprir os seus objetivos, através dos seus 88 anos de existência, ainda não se tornaram bem conhecidas dos poderes públicos e da maior parte dos homens de letras deste país. E certo que, durante os seus primeiros anos, contou com o auxílio regular do Governo Federal, que então tinha sede na cidade do Rio de Janeiro. Circunstâncias de todos conhecidas, que geraram profundas crises no conjunto das atividades nacionais nos últimos anos, influíram, também, no evolver das suas atividades, e a FALB, séria instituição literária brasileira, viveu momentos difíceis, que somente agora estamos conseguindo superar”, explicou Menezes.

Tal e qual a Academia Brasileira, criada à volta da Revista Brasileira e que em 1910 organizou seu periódico, a Federação, que nasceu do Congresso das Academias de Letras e Sociedades de Cultura Literária do Brasil, organizado pela Academia Carioca de Letras, não ficou atrás e logo reuniu sua produção inicial a partir de 1937 mais precisamente. Nascia ali, a Revista das Academias de Letras, que circulou até o Biênio 2003/2005, tendo chegado ao volume 91. Thiago, nos esforços para fazer voltar a entidade, fez renascer a publicação e a mesma se encontra no volume 93 e na organização do 94.

Além da FALB, Thiago tem se dedicado nos últimos anos à preservação histórica de entidades como a Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras (ADABL), a União Brasileira de Escritores (UBE-RJ), a Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB) e a Academia Brasileira de Belas Artes (ABBA), da qual ele também é autor de um livro de memórias historiográficas publicado pela ZMF Editora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Academia Itapirense de Letras e Artes - 31 ANOS

 


Academia Itapirense de Letras e Artes,

31 anos de criação (12 de junho de 1993)

 

Sodalício Acadêmico da Arcádia Itapirense, mantida pelo PEN Clube de Itapira.

          

Completou 31 anos de criação, no último dia 12 de junho, a “Academia Itapirense de Letras e Artes”, conhecida pela sigla AILA, que foi praticamente a primeira instituição literária e artística da cidade de Itapira, que tem por finalidade o cultivo e o desenvolvimento das letras em geral e colaborar na elevação das artes e da cultura do Brasil e, de modo particular em Itapira e no Estado de São Paulo. Foi criada em 12 de junho de 1993, segundo o modelo da “Academia Brasileira de Letras” e da “Academia Brasileira de Belas Artes”, por iniciativa do poeta e jornalista Thiago de Menezes e de outros intelectuais itapirenses  e mogimirianos, destacando-se, entre eles, Odette Coppos (da tradicional família Coppo de Mogi Mirim), Maria Alice Franklin da Cunha Marconi, Raulita Guerra Odriozzolla mais Cecília Murayama (de Campos do Jordão); e depois Irsemes Wiezel Benedick, Walmira Vieira Malfatti, Ariovaldo Risola, Paulino Santiago, Silas Bravo Nogueira, Miriam Tozzi (de Águas de Lindóia), maestro Antônio de Pádua Trani, Gustavo Guerra, Reverendo Raghi Azzar Khouri (Makdisi), Maria Aparecida Pimentel Mangeon Oliveira (de São João da Boa Vista), Sebas Alício Sundfeld (de Tambaú), Renato Albanez, Adriana Consorti, Argemiro Repas, Raphaela Carrozzo Scardua, Lia Lisi PoliDiva Gagliardi de Menezes; personalidades de escol na cultura e educação regionais. A iniciativa dos escritores veio preencher um vazio na região, que não contava com uma instituição dedicada exclusivamente ao reconhecimento dos escritores e ao apoio aos novos valores literários e artísticos, uma vez que a “Academia de Letras da Mantiqueira”, de Águas de Lindóia, criada em 1972, estava provisoriamente desativada e a “Academia Amparense de Letras”, de Amparo e fundada em 1978, passava por um período de mudanças envolvida com a política local.


Comendador Thiago de Menezes juntamente com a usineira e acadêmica d. Carmen Ruete de Oliveira outorga o Título da “Academia Itapirense de Letras e Artes” ao Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência do Brasil Aloysio Nunes Ferreira Filho, que também foi vice-governador de São Paulo, senador pelo mesmo estado, Ministro da Justiça e Ministro das Relações Exteriores do Brasil.

    A Academia tem uma história toda especial, pois sucedeu ao antigo Centro Itapirense de Cultura e Arte e à Hora Literária do ‘Movimento Poético e Artístico Itapirense’, instituição recreativa criada nos idos de 1991, depois transformada em sociedade literária de caráter acadêmica autônoma, por decisão da escritora Odette Coppos que homenageou a poetisa, espiritualista, Julieta Coppos com a “Academia Divina de Letras”. A Hora Literária tinha como objetivos a promoção do estudo; o envolvimento intelectual do cidadão e a difusão do pensamento. Delas faziam parte os poetas Rosana Pereira de Lima, Adilson e Denílson Bosso, Cláudia Pereira, Selma Batista, entre outros. Cumpria a Hora Literária, as suas metas, quando o movimento em prol da fundação da Academia consolidou-se, principalmente a partir do lançamento conjunto dos livros de Thiago Menezes, Odette Coppos e Rosana Pereira de Lima, no SENAC-Itapira, quando se deliberou que para a composição do quadro acadêmico, ficariam mantidos alguns intelectuais que pertenciam à Hora Literária. Outros não puderam participar por motivos políticos. Muitos intelectuais e artistas brasileiros, que depois passariam a compor o quadro de membros correspondentes ou honorários, destacaram-se na formação da entidade, colaborando grandemente para o sua firmação cultural, entre os quais citamos os intelectuais Olavo de Alencar Dutra, Eduardo Victor Visconti, (presidente da Academia Brasileira de Belas Artes – ABBA), Maria Feijó, Thais Florinda, Luciana Barbosa Nobre, Sinhá D’Ámora, Lucy Bloch (do Grupo MANCHETE), Sansão Campos Pereira (grão-mestre da Ordem do Mérito das Belas Artes), Iracy Carise, Yara Nathan, Ricardina Marques Silva (Yone), Francisco Silva Nobre (presidente da Federação das Academias de Letras do Brasil), Denise Teixeira, Messody Benoliel, todos em franca atividade no final dos anos 90. Depois vieram José Fernando Miranda Salgado, presidente da “Ordem dos Jornalistas do Brasil”, a romancista e tradutora Yedda Macedo Soares e a poetisa Gilda de Souza Campos. Foi através da AILA, que o famoso escritor infanto-juvenil Ganymédes José (nascido e falecido na cidade de Casa Branca), descobriu Itapira. Receberam, durante as atividades culturais, o título de Membro Honorário da entidade, o ex-Governador do Estado de São Paulo Laudo Natel, assim como os ex-Governadores do Rio de Janeiro, Togo de Barros, que além de ter governador o Rio de Janeiro em 1958, também foi presidente da Caixa Econômica Federal, e Celso Peçanha, que governou o Rio de Janeiro entre os anos de 1961 e 1962 e era parente do ex-Presidente do Brasil Nilo Peçanha.

    Entre as atividades da Academia figuram palestras, cursos, concursos literários, seminários, além da publicação da Revista e de livros e opúsculos de autores regionais. Promove, ainda, a preservação e a divulgação da Literatura e de outras manifestações culturais, mantendo intercâmbios com entidades culturais brasileiras e estrangeiras, para o desenvolvimento cultural do povo itapirense. Diversos frutos do esforço dos acadêmicos em trabalhos de voluntariado vêm fortalecendo a Academia. Em 1999, Thiago de Menezes fez parceria da AILA com importantes entidades culturais brasileiras, destacando-se também as que se reúnem na sede da “Federação das Academias de Letras do Brasil”, fundada em 1936 no Rio de Janeiro. A primeira acolhida partiu do “Cenáculo Brasileiro de Letras e Artes” (fundado em 1968), cujos alguns nomes de sua Diretoria eram sócios correspondentes da AILA. Nota-se, ainda, que a fundação da “Academia Guaçuana de Letras”, de Mogi Guaçu, SP, foi o fruto de um trabalho desenvolvido pelos acadêmicos Thiago de Menezes, Ângela Costa, Marcos da Paz e Odette Coppos. Um tempo depois, a AILA, através de seu Departamento de Honrarias e Civismo, implantou a Ordem do Mérito “Pero Vaz de Caminha”, que atuou como Consulado Cultural e de Honra de Portugal, trazendo à tona antigos membros do “Instituto Histórico e Cultural Pero Vaz de Caminha”.

    Atualmente, a “Academia Itapirense de Letras e Artes”, é mantida e reorganizada pelo P.E.N. Clube de Itapira e é a detentora da importante concessão honorífica, que é a MEDALHA JOAQUIM FIRMINO DE ARAUJO CUNHA; condecoração cadastrada no Exército Brasileiro, sob o número B55 e instaurada para os festejos dos 180 anos de Itapira no ano de 2000, sendo a primeira oficializada da história de Itapira. Entre outras personalidades da vida sócio cultural itapirense que a integram, temos os nomes de Nelson Atala, Ariovaldo Risola, Tânia Domingues Barizon, Sylvia Duque Estrada Maya Atala, Gleusa Pegorari Carpi, Cibele PereiraPenha Cezaretto Coraddi, Rita de Cássia Vieira de Godoy, Tiago Pinheiro, Almir Carulla, Elizabeth Pavezzi de Castro, Leonor Rodrigues Goncalves, Elza Divina dos Santos Corrêa e os já saudosos Cármen Ruete de Oliveira, Clara Martins Santiago Leite de Moraes (Soraya), Wilma Lagazzi Ruette, Aparecida Cescon FecciPéricles de Almeida, Maria de Lourdes Ribeiro Porto Ruette (Deca), Plínio Magalhães da Cunha e Décio Galdi.   


Corpo Acadêmico da “Academia Itapirense de Letras e Artes”, quando, em homenagem póstuma à D. Júlia Luiz Ruete (pintora e escritora criadora da arcádia co-irmã "Academia de Letras da Mantiqueira"), assinaram documento a galardão arcádico à Sua Majestade, a Rainha consorte do Rei Carlos XVI Gustavo, Sílvia da Suécia (nascida Silvia Renata Sommerlath).

Em solenidade da “Academia Itapirense de Letras e Artes”, o Procurador de Justiça Dr. S. Silva Barreto (e esposa Creusa), que fundou o Movimento Poético Nacional, junto com o poeta Menotti Del Picchia, em 20 de outubro de 1976; a poetisa e trovadora paulista Sylvia Reis; Antônio Lafayette Natividade Silva, 11º presidente (1996 a 1997) e um dos fundadores da “Academia Cristã de Letras” em 14 de abril de 1967; d. Carmen Ruete de Oliveira; comendador Thiago de Menezes, presidente da AILA e o jornalista e poeta Walter Rossi, presidente da Casa do Poeta Lampião de Gás de São Paulo, a mais antiga organização associativa de poetas das Américas, fundada, em 07/11/1948 pela poetisa Colombina (1882-1963) e editor do "Fanal", jornal de poesia. Na ocasião, ocorreu a posse acadêmica do 9º Presidente da “Academia Cristã de Letras”, professor Roberto Machado Carvalho, que então presidia o “Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo – IHGSP”.


D. Carmen Ruete de Oliveira é recepcionada na “Academia Itapirense de Letras e Artes”, onde recebeu a Medalha Pero Vaz de Caminha das mãos do presidente da entidade, o Comendador Thiago de Menezes, que empossou a então Deputada Estadual Edir Sales (educadora, radialista, colunista e vereadora em São Paulo) e a escritora premiada Mariazinha Congílio, que frequentava a Usina Nossa Senhora da Aparecida em Itapira, desde a década de 1960, através de Lília A. Pereira da Silva.